A noite caiu pesada sobre a fortaleza, como se até a lua estivesse em luto.
Darius observava a escuridão da sacada da torre, o braço enfaixado, o ombro ainda latejando pela prata que havia rasgado sua carne. Mas o que doía mais… era o medo. Pela primeira vez em anos, ele sentia medo. Não por si, mas por Aurora. Por Caelum.
— Alguém os deixou entrar. — disse ele, com os dentes cerrados. — Isso não foi um ataque qualquer. Eles sabiam onde Caelum estaria. Sabiam que estaríamos longe.
Aurora estava