Darius voltou à clareira com o peito em chamas.
O reencontro com Elena havia deixado marcas — não no corpo, mas na alma. A bruxa que ele pensou ter enterrado havia voltado das trevas com olhos de víbora e palavras afiadas. E agora, o mais perigoso: estava solta, escondida, espalhando veneno como uma serpente silenciosa.
Aurora o esperava, sentada na beira do lago, os pés descalços e os cabelos soltos ao vento. Parecia calma, mas ele sentia que não era só intuição — era o laço. Ela sabia.
— Você