Aurora respirou fundo, fechando os olhos por um instante. Sua pele ainda formigava onde Elias a tocou, um lembrete repugnante da situação em que se encontrava. Mas ela não era uma presa indefesa. Não seria mais.
Quando abriu os olhos novamente, seu olhar estava diferente. Menos desafiador, menos carregado de fúria. Elias percebeu. Ele inclinou a cabeça ligeiramente, avaliando-a como um predador que sentia o cheiro da primeira rachadura na armadura da vítima.
— Está começando a entender, não é,