Mundo de ficçãoIniciar sessãoO portão eletrônico da casa dos tios da Bruna rangiu ao se fechar, sepultando definitivamente aquele universo de falsa moralidade. Paula, ao meu lado, suspirou de satisfação.
— Foi um dia produtivo, Patrick — disse, sem olhar para mim. — A família dela é bem conectada na igreja. Uma aliança sólida. Você se saiu bem.— Obrigado, Paula. Foi sua influência que tornou tudo possível — respondi.Ao entrar em casa, Luan e Caio estavam no quintal, deitados em espreguiçadeiras sob a luz suave do jardim, com garrafas de cerveja na mão. Assim que me viram, eles se levantaram de um salto, quase em uníssono.— E aí, deu certo? — perguntou Caio, o mais impulsivo, ignorando completamente a presença da Paula.— Irmão, conta! — seguiu Luan, seus olhos analíticos me vasculhando em busca de qualquer pista.Ergui a mão rapidamente, um gesto discreto de "calma". Meus olhos se moveram quase imperceptivelmente em direção a Paula, que entrava na casa.






