Capítulo 21. Não deixa marca

Enquanto me beijava, as mãos do Patrick apertavam meus quadris com força, me guiando num rebolado lento e pesado em cima do päu dele, que eu sentia düro e latejänte através da calça. Cada empurrada pra frente era uma pontada de tesãø que subia direto da minha bucetä, me deixando mole e com a cabeça girando. Cada afastada era uma tortura, querendo sentir ele de novo. Patrick largou minha boca e enterrou o rosto no meu pescoço, senti a boca quënte e molhada dele chupändo minha pele, com uma força que sabia que ia deixar a marca roxa e redonda no dia seguinte. Deu um misto de präzer e um mëdo, agarrei o cabelo dele e puxei.

— Patrick, por favor… não deixa marca.— supliquei, com a voz toda trêmula e ofegante.

Ele soltou minha pele com um estalinho úmido, mas não parou. Os lábios dele subiram até minha orelha, pegou o lóbulo entre os dentes e deu uma mordidinhä de leve, com uma precisão que me fez tremer toda, da nuca até os dedos do pé.

— Mexe mais, coelhinha
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