Roberta:
Na sexta ainda, fim do expediente, estava arrumando minha bolsa para ir para casa e a Júlia entra na minha sala, olho para a mesma que não diz nada, então me pronuncio.
— Tudo bem?.
— Sim, senhora, só queria entender o que houve, sei que não é da minha alçada, mas, quero entender porque ela veio, chorou e não pediu o dinheiro de volta.
— Ela me contou a verdade e decidiu se entregar.
— Mas você disse que ela era inocente, estava errada?-questiona assustada.
Eu também ficaria se fosse e