Enquanto Andrew e Nora entravam em casa, a noite já havia caído e o silêncio tomava conta do ambiente. Nora abriu a porta e, ao cruzar o limiar, sentiu um arrepio involuntário percorrer sua espinha. Parou por um instante, observando cada detalhe do hall de entrada.
"Tem alguma coisa errada," murmurou, com uma expressão de estranheza.
Andrew franziu a testa, olhando para ela com um sorriso de lado, quase cético. "O que foi, Nora? Está tudo exatamente como deixamos."
Ela olhou em volta novamente,