Era a segunda noite que passariam juntos.
Já passava das onze da noite quando o silêncio do quarto começou a pesar.
Elizabeth andava de um lado para o outro, os passos curtos marcando a ansiedade que lhe subia pelo peito. A camisola leve roçava-lhe as pernas, e ela respirava fundo, como se pudesse controlar o tempo com a própria respiração.
Então, três batidas.
Secas. Precisas. Inconfundíveis.
Sem pensar duas vezes, ela correu até a cabeceira, pegou a venda e a ajustou sobre os olhos com mãos