Luna ficou parada, com o peito subindo e descendo rápido, com os olhos fixos no homem que caía devagar, com a arma escorregando da mão dele e batendo no chão.
Mas como? O que houve ali?
Ela olhou para trás e viu Caio. O pequeno segurava a arma com as duas mãos tremulas, como se elas pesassem mais que o mundo.
O menino chorava, com soluços que vinham do fundo da alma.
— Tia Luna… eu… eu…
Luna virou-se devagar, com o bebê ainda chorando contra o peito de Ayla, com o coração partido ao ver o rosto