Desci do carro a fechando sem brutalidade e caminhei indo em direção a calçada, com os passos pesados.
Eu o olhei furiosa, vendo-o acelerar para longe, entrando em seguida na garagem subterrânea da empresa.
Respirei fundo tentando conter minha irritação e ajustei as minhas roupas, passando pelas enormes portas eletrônicas do maior prédio espelhado da cidade.
—Bom dia senhorita Rider! – Disse um dos funcionários, que transitava pelo lugar com sua costumeira pressa.
Eu apenas assenti. Não só para