Não esperei resposta.
Virei o corpo e segui pelo corredor, deixando Mark para trás com todas as justificativas que ele parecia ensaiar e nunca terminar.
As vezes ele me olhava como se não soubesse de nada.
Como se não fosse o culpado pela minha ruína.
Continuei a andar, sentindo a raiva entalar na minha garganta. Meus passos eram firmes demais para alguém que acabara de descobrir que não tinha mais chão.
O quarto me recebeu com o mesmo silêncio organizado de sempre.
Entrei e fechei a porta, enc