55. Lagrimas
Eliza*
Quando saí da mansão naquela segunda-feira, eu realmente não tinha compromisso nenhum. Aquilo foi só uma desculpa, eu simplesmente não queria ficar ali.
Rafael insistiu em saber da minha vida como se tivesse esse direito. E o pior é que uma parte de mim quase respondeu naturalmente, quase explicou tudo, como se precisasse tranquilizá-lo. Isso me incomodou o caminho inteiro até em casa, porque não era só preocupação.
Eu estava começando a perceber uma necessidade de controle nele. Pequena