Eu devia ter desconfiado no exato segundo em que ele disse:
— Eu consigo fazer mais rápido.
Devia ter parado ali.
Devia ter ignorado.
Devia ter seguido minha vida normalmente, trocando fraldas em paz, com dignidade, sem transformar aquilo em uma competição que claramente não precisava existir.
Mas não, eu virei, olhei pra ele e respondi:
— Não consegue.
Silêncio.
Erro número um.
Porque Nate não é o tipo de homem que escuta um “não consegue” e segue em frente.
Ele é o tipo que transform