Eu nunca reparei tanto no jardim quanto naquela manhã.
O que já dizia muito.
Porque o jardim sempre esteve ali.
Grande, organizado. Verde.
Funcionando sem mim.
Do jeito que coisas eficientes costumam funcionar: sem precisar da minha atenção.
Até agora.
Eu parei na porta de vidro, café na mão, olhando pra fora como se aquilo fosse um relatório que eu precisava analisar.
Não era.
E ainda assim, eu estava analisando, porque ela estava lá.
Tessa.
Agachada perto de um canteiro, com uma das