A sexta-feira amanheceu com um sol tímido, escondido atrás de nuvens brancas que pareciam algodão-doce espalhado pelo céu.
Acordar cedo tinha se tornado um hábito — não por obrigação, mas por prazer. Havia algo de mágico nas manhãs silenciosas, antes que o mundo acordasse e trouxesse suas demandas. Eu gostava de ficar na varanda com uma xícara de chá, olhando para o jardim onde as margaridas começavam a abrir suas pétalas para o dia.
Foi nessa manhã que Sophia me encontrou.
— Mãe Mauren! — ela