Lucy
— Atende esse telefone, Gizelly…
Minha mala estava jogada no chão, aberta, vazia, me encarando como se estivesse rindo da minha cara. Eu andava de um lado pro outro da kitnet com o celular na mão, roendo a unha, sentindo o coração bater rápido demais. Nenhuma das minhas roupas serviam pro “papel”. Nada ali combinava com a tal Francine certinha, organizada, discreta. E pra piorar, meu cabelo ainda estava mais castanho que um grão de café passado três vezes.
— A garota parece a Barbie… — fal