20: Quem manda aqui sou eu.🍆 Você não vai a lugar nenhum até eu mandar.
Arthur
Ela tava ali.
Sentada na bancada de mármore, perna aberta, a boca vermelha, o olhar desafiando. A calcinha no chão. O sutiã caído. O peito marcado de vermelho onde eu tinha mordido. E eu com a calça no meio da coxa, pau latejando de tesão, o cheiro dela no meu dedo, na boca, no peito.
Sabia que se eu deixasse passar, ia me arrepender.
— Cala a boca — mandei. Não era bravo. Era ordem.
E entrei.
O gemido dela foi abafado, mas eu ouvi. Senti.
A carne quente, apertada, molhada — me engolindo