13: Léo doente

A manhã começou estranha.

Não foi o despertador que me acordou. Não foi o sol entrando pela janela. Foi o silêncio. Um silêncio diferente, pesado, errado. Na mansão Volpi, silêncio sempre tinha significado paz. As crianças dormiam até tarde, os funcionários faziam barulho na cozinha, e o Arthur batia os passos no escritório. Mas naquela manhã, o silêncio era vazio. Faltava alguma coisa.

Faltava o Léo.

Ele nunca dormia até tarde. Ele sempre acordava antes das seis, batia na minha porta com o din
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