O trânsito havia se transformado num caos. Carros parados, motoristas irritados, olhares curiosos lançados em sua direção. Eles nem haviam notado o alvoroço que causaram.
Num impulso, Edward colocou os óculos escuros, tentando esconder a confusão estampada no rosto. Segurou o volante com força, os dedos trêmulos. Antes de arrancar, inclinou-se levemente, ajustou o retrovisor e, com um gesto contido, ergueu a mão em sinal de desculpas aos motoristas atrás.
O silêncio entre ele e Rafaella pesava