DANTE VELASQUEZ
A visão de Ariel ajoelhada entre minhas pernas, com aquela camisa branca larga e o cabelo úmido caindo sobre o rosto, era a coisa mais erótica que eu já tinha visto na vida.
Quando ela segurou meu pau, o toque foi firme e seguro. E quando a boca dela me envolveu, o mundo sumiu.
Não houve aviso. Não houve aquela hesitação tímida. Ela me tomou inteiro, quente e úmida, e a sensação foi tão intensa que minha cabeça caiu para trás e um gemido rouco foi arrancado da minha garganta.
— Porra... Ariel...
Ela sabia o que estava fazendo. Deus, como ela sabia.
A língua dela não era passiva. Ela circulava a cabeça, descia pelo cumprimento, brincava com o frênulo. A sucção era forte, rítmica, criando um vácuo de prazer que sugava minha alma para fora do corpo.
Minhas mãos foram para o cabelo dela, segurando os fios ruivos, não para empurrá-la, mas para me segurar em algo enquanto o chão desaparecia.
Ela usava a mão livre para acariciar minhas bolas, apertando levemen