ARIEL MACEY
Minhas pernas ainda tremiam.
Não era visível a olho nu. Se alguém olhasse para mim sentada no banco de couro bege do carro, veria apenas a babá de Luna olhando pela janela, com as mãos cruzadas sobre o colo de forma comportada. Mas por dentro, meus músculos vibravam com uma memória fantasma que se recusava a desaparecer.
Saí do quarto dele na noite passada não porque estava saciada, mas sim porque estava apavorada.
Quando Dante gozou, e veio aquele silêncio pós-sexo... eu ti