ARIEL MACEY
Entrei no quarto com Vittoria nos braços e as malas arrastadas atrás de mim pelos dois seguranças silenciosos que Dante impôs. Eles deixaram a bagagem na entrada, assentiram respeitosamente e saíram, postando-se no corredor como estátuas.
Tranquei a porta e passei a corrente.
Eu estava sozinha. Sem Dante respirando no meu pescoço. Sem os olhos vigilantes dos homens de Henrico. Apenas eu, minha filha e o silêncio luxuoso de uma suíte que eu paguei com meu próprio dinheiro.
— Uau!