HENRICO VIGNETO
Depois de encerra a chamada, joguei o celular no sofá, sentindo como se tivesse acabado de levar um tiro no peito.
Sentei, cobrindo o rosto com as mãos. A escuridão por trás das minhas pálpebras não era suficiente para esconder a imagem que minha mente criava de Ariel nos braços de Dante.
— Maledizione! — Rosnei, puxando os cabelos com força.
Como? Como ela pôde?
Ela esteve ao meu lado por quatro anos. E bastaram dois dias... dois malditos dias trancada com aquele desgraçado