ARIEL MACEY
O vapor quente do banheiro se dissipava lentamente enquanto eu abria a porta, enrolada no roupão felpudo que o hotel fornecia. O tecido era grosso, macio e branco. Eu tinha ficado debaixo do chuveiro por tempo demais e quando sai percebi que Dante estava lá.
Ele estava sentado na poltrona ao lado da cama, inclinado para frente, com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos entrelaçadas. Ele observava Vittoria dormir.
Aproximei-me devagar.
— A febre passou — ele disse, sem olha