ARIEL MACEY
Fechei o zíper da mala e suspirei passando a mão na testa. Estava feito.
Duas malas grandes estavam prontas perto da porta. Vittoria estava sentada na cama, vestida com um casaco grosso de lã rosa e touca, parecendo uma bonequinha. A febre tinha baixado para 37.5 graus graças ao antibiótico que o médico receitou. Ela ainda estava molinha, sonolenta, mas estava apta para viajar, segundo a minha própria avaliação desesperada.
Não podíamos esperar mais.
A sensação de perigo iminente