ARIEL MACEY
— O que faz aqui, Dante?
Dante não respondeu, em vez disso, ele puxou a cadeira em frente à minha mesa, se sentou, cruzou as pernas e ajeitou o vinco da calça, agindo como se fosse o dono do prédio, da empresa e do ar que eu respirava.
— Vim saber o motivo de você ter sequestrado a minha filha.
Piscar foi a única reação que meu corpo permitiu. A acusação era tão absurda, que levei um segundo para processar. Mas não é a primeira vez que ele me acusa de ser uma sequestradora..