ARIEL MACEY
— Luna velasquez, me dê o celular agora!
A voz masculina, grave e furiosa, explodiu no alto-falante do meu celular. Em seguida a ligação caiu. Luna deve ter desligado com pressa.
Fiquei paralisada. O celular estava colado ao meu ouvido, mas agora só havia o silêncio.
Dante.
Era ele. Eu reconheceria aquele tom de comando em qualquer lugar, em qualquer vida. Ele a tinha pego.
— Meu Deus... — sussurrei, baixando o aparelho.
Ele descobriu. Ele pegou o telefone dela. Se ele