Voltei para casa mais cedo do que o previsto.
Não porque o dia tivesse sido leve, muito pelo contrário, porque eu precisava vê-la. Precisava ter certeza de que Eliza estava bem. E, no fundo, porque aquela sensação incômoda do almoço não tinha ido embora comigo.
Encontrei Eliza na sala, sentada no sofá, com o notebook fechado ao lado e o celular nas mãos. Ela levantou o olhar assim que me viu e sorriu, mas havia algo no sorriso… contido demais.
— Chegou cedo — comentou.
— Estava com saudade das