Natália acordou com a sensação errada.
Não foi um barulho. Não foi um pesadelo. Foi aquele silêncio espesso que não pertence a uma manhã comum.
O apartamento estava quieto demais, como se a cidade tivesse prendido a respiração.
Ela se levantou devagar.
O celular vibrava sobre a mesa.
Mensagens. Muitas.
“Você está bem?”
“Isso é verdade?”
“Me liga quando puder.”
O estômago dela se contraiu.
Abriu a primeira notificação que n