Fomos para casa e depois que entrei no carro eu desabei a chorar, de ódio daquelas duas oportunistas.
Enrico não disse nada, só me abraçou. Depois que eu me acalmei, Enrico me olhou e com uma voz mansa me disse que nunca deixaria ninguém me tratar mal. Sequei as lágrimas, e pedi para ir a outro lugar almoçar, não iria deixar que elas acabassem também com meus planos de almoçar com meu marido.
Enrico me levou em outro restaurante, era bem aconchegante, elegante e agradável, ficava à beira mar, t