Mundo de ficçãoIniciar sessãoA organização
Enrico Pela manhã estava tomando o café que Maria havia me servido, e recebi um relatório completo sobre a auditoria realizada na filial do Jardins. Mas deixei para uma análise quando eu chegasse no escritório. Logo após terminar meu café, recebi uma mensagem do meu papa. Que dizia: “ Problemas na Itália, precisamos conversar” , não tinha mais nenhum detalhes o que já era de costume quando se tratava dos negócios da Itália. Nada que pudesse nos comprometer. Mas eu não podia me preocupar com isso agora, precisava resolver o problema do desvio financeiro. Então respondi a mensagem do meu pai com poucas palavras também. “ Estarei aí às 21hs”. Desci para a garagem e decidi ir com o sedã preto rumo ao escritório. O trânsito estava tranquilo, cheguei sem nenhum problema e parei na frente do arranha céu onde cediava o todo o grupo Sant’doro. Desci do carro, entreguei as chaves para o manobrista e entrei pela recepção, e fui para o corredor onde ficava o meu elevador particular. Entrei e subi para o décimo oitavo andar. Assim que o elevador chegou, Sra Márcia já estava a minha espera e me bombardeou de informações sobre o que me aguardava para aquele dia. Entrei para meu escritório e pedi a Sra Márcia que cancela se todos os meus compromissos e que não deixasse ninguém me incomodar. E quando Lourenzo chegasse que fosse a minha sala. Assim ela fez e me deixou sozinho com o relatório da auditoria e da investigação particular que mandei fazer nos envolvidos. Primeiro analisei o relatório da auditoria e não tinha dúvidas o relatório não mentia, Rodolfo estava desviando fundos. E não era pouco!! _ Aquele maldito!! Ele vai ter o que merece. Enquanto eu planejava acabar com o Rodolfo, a porta se abriu e era o Lorenzo. _ Bom dia Enrico! E aí o que tem pra mim sobre aquela ratazana? _ Bom dia Lorenzo, se é que teremos um bom dia. Olhe você mesmo. Entreguei os relatórios da autoria para ele e depois de algum tempo Lorenzo altera a voz e profere muitos xingamentos em italiano. _ Calma, precisamos agir de cabeça fria_ falei com lourenzo com um tom de voz baixo Já calculando a queda de Rodolfo. _ E quando vamos agir? _ Logo, estou aguardando umas informações complementares de uma investigação que solicitei. A vida dele vai ser revirada de cabeça pra baixo e preciso de todas as cartas para acabar com ele. _ Ok, só me avise, pois não quero perder esse espetáculo. A propósito, papa falou com você? _ Me enviou uma mensagem hoje cedo, estarei lá às 21hs. _ Nos vemos lá Lourenço saiu e fechou a porta em seguida. Passei o restante do dia reunindo provas contra o esquema sujo de Rodolfo, pois precisava ser implacável quando fosse lhe fazer um visitinha. Também tive todo o cuidado para que nenhuma informação vazasse. Pois tinha que sair tudo como eu estava planejando. Saí do escritório por volta das sete da noite, estava cedo para ir para casa de papa, então resolvi passar em uma adega que costumo ir para comprar vinhos, pois precisava abastecer a que eu tinha em casa. Como de costume ao chegar na adega, fui atendido por Helena, uma mulher linda, e atraente e que flertava comigo. As vezes entrava no jogo dela, mas nunca passamos daí. Não queria envolvimento com mulheres nenhuma, principalmente as que eu conhecia. Prefiro assim. Comprei alguma garrafas, efetuei o pagamento e fui para casa. Achei melhor passar em casa e tomar um banho antes de ir na casa dos meus pais, minha mãe já havia mandado mensagem informando que iria fazer a comida que mais gosto, risotto alla milanese e bistecca alla fiorentina. Já era por volta das 20:45h quando sai de casa. Resolvi ir caminhando pelo condomínio aproveitando um pouco aquela brisa da noite e organizando os pensamentos. Passei por Augustus, um dos seguranças que estava fazendo a ronda noturna. _ Boa noite Sr. Enrico, viu o jogo ontem ? Seu time perdeu nas semi finais. _ Boa noite Augustus, fiquei sabendo, não vi mas assistir os melhores lances. Mas pelo entusiasmo da notícia sinto que você adorou o placar. _ dei uma risada no canto da boca. _ Que isso Sr Enrico, de forma nenhuma, estou contigo nessa. Rsrs _ Vou fingir que acredito. _ Vou lhe acompanhar até a casa do Sr Armando. _ Não precisa, pode fazer seu trabalho tranquilo. _ Então, boa noite senhor. _ Boa noite. Continuei minha caminhada até a casa de papa, ela é a primeira do condomínio. O condomínio é bem grande, com áreas gourmet, salão para festas, piscinas, área de jogos e recreação, academia, e temos também um pequeno mercado dentro do Condomínio, onde o mesmo leva o nome da família. Residencial Sant'doro. Cheguei na casa de meus pais, minha mãe como sempre já estava a postos, fui recebido calorosamente por ela, Lorenzo estava na sala junto com minha mãe e meu pai. Minha irmã Antonella, não morava conosco no Brasil e sim na Itália, onde também administrava uns dos nossos muitos negócios por lá. Mas meu pai fez questão de construir uma casa para ela no condomínio da família. _ Boa noite a todos. _ disse já me juntando a eles no sofá e sendo servido pela minha mãe com um copo de whisky com bastante gelo. _ Boa noite filho. _ Boa noite irmão. _ Antes de começar a discutir sobre os problemas na Itália, me diga, como estão as coisas com Rodolfo? _ Está tudo certo, assim que eu estiver com todas as provas e tudo sobre ele eu entrarei em ação. _ Ele merece pagar por tentar nos enganar. _ Lorenzo falou essas palavras carregada de muito ódio. Tenho receio que ele não se controle. _ Que bom meu filho, faça ele se arrepender de ter pensado que somos otários. _ Farei isso com prazer. _ Então vamos ao que interessa. Enrico, o gerente da organização sofreu uma emboscada e veio a óbito, amanhã cedo parto para a Itália para prestar minhas condolências. _ Você sabe, que precisamos colocar outro no lugar dele, e seu nome foi colocado em pauta. _ Papa, não posso largar tudo aqui e voltar para lá! _ disse isso sabendo que eu não teria a menor opção de escolha. _ Calma meu filho, escute, sobre você assumir a gerência, isso não tem escolha e você sempre soube disso, mas tentei um acordo com eles, você assumiria a gerência, indo na Itália uma vez no mês e poderia ficar morando no Brasil, de frente aos negócios do hotel. _ E o que tenho que fazer em troca? _ Perguntei já com um certo medo daquilo que eu iria escutar como resposta. _ Você precisa se casar! E antes que você tente argumentar, isso não está em negociação Enrico!!! Você sabe como a organização funciona! Você aceita o acordo ou sofre as consequências! É isso que você quer?? Acabar com tudo que construimos, acabar com todo respeito na organização, acabar com sua família por conta de um capricho seu??? _ Papa, você não deveria ter aceitado esse acordo. _ disse isso com um peso no meu coração e sabendo que sobre esse destino eu não poderia correr. _ Era isso ou o seu fim. _ Tenho o direito de escolher com quem vou me casar? _ 1 ano, esse foi o prazo da organização. Você arruma alguém em 1 ano ou a organização escolhe uma esposa para você. _ Certo então! _ Quanto a você Lourenzo, sua presença também foi solicitada na Itália. Portanto, arrume suas coisas e você partirá comigo amanhã cedo. Lourenzo, deu um soco no sofá e soltou algo bem baixo em italiano, provavelmente um xingamento. _ E eu posso saber o porquê preciso ir a Itália? Só falta vocês quererem me casar também. _ Não, não por enquanto! Precisa analisar uns papéis, estão suspeitando que o antigo gerente estava roubando a gente. Desviando dinheiro para conta de outra pessoa e você precisa saber todo caminho que o dinheiro fez, precisa rastrear o dinheiro. Eles querem saber quem de fato recebeu esses valores. _ Isso é mole pra para mim. _ Lourenzo suspirou de alívio ao ouvir essas palavras. Terminamos a conversa, e tentei não ficar focando em mais essa agora. Mas um problema para eu resolver. Fomos para a sala de jantar onde a mesa já estava posta e o jantar sendo servido logo em seguida. O jantar seguiu de forma tranquila, após serviu a sobremesa, um gellato de menta e chocolate, e logo em seguida me despedi dos meus pais, precisava voltar para casa, minha cabeça estava pesada, sinto que preciso relaxar. Agradeci o jantar maravilhoso a mim mãe, me despedi dos meus pai e de Lourenzo e desejei lhes boa viagem. No caminho de volta para casa, liguei para um serviço de acompanhante que de vez enquanto solicito, para me ajudar a relaxar, e pedi uma garota de programa. Eles já sabiam do meu gosto. Entrei em casa, vesti um moletom, não quiz colocar camisa, e sentei no sofá e liguei a TV para ajudar a passar o tempo enquanto a acompanhante não chegava. Fui até a cozinha e me servir de um copo de suco de laranja com vodca, coloquei bastante gele e voltei para sala. Algum tempo depois ela chegou, não costumo perguntar nomes, não me interessa saber o nome delas, a convidei para entrar, ofereci o que eu estava bebendo e ela recusou. Pedi que me acompanhasse até o quarto do andar de baixo. E assim ela fez. Elas já eram orientadas a não fazerem perguntas e nem se aproximarem demais. Chegamos no quarto, lhe mostrei onde era o banheiro e disse que ela poderia usar. Ela foi e eu deitei na cama completamente nu para esperar ela. Ela saiu enrolada em uma toalha e se aproximou da cama. Eu levantei e tirei a toalha jogando no chão, a coloquei de quatro na beira da cama, já estava completamente preparado para entrar com tudo nela. E não esperei mais, entrei com toda vontade que eu estava e só ouvir ela soltar um gemido bem forte. Comecei o me movimentar devagar, depois fui acelerando, e ela gemia igual uma gata no cio, puxei-a ela pelos cabelos contra meu corpo e socava com força, deixando todo o estresse sair pelos meus poros junto com a adrenalina que eu sentia naquele momento. Passava as mão no seio dela, apertava, depois tirei de onde eu estava e colocou na parte de trás dela, ela dessa vez não gemeu…ela gritou. Perguntei se queria que eu tirasse e ela de imediato me segurou por trás e disse que eu não parasse. Então tarefa dada é tarefa cumprida. Continuei a foder ela de todos os jeitos possíveis naquele quarto. Quando eu já estava satisfeito, peguei meu moletom e me vesti, informei que o pagamento já havia sido feito. Disse a ela que ela poderia ficar até amanhecer que o motorista a levaria de volta pela manhã. Sai do quarto deixando a mulher lá, e fui para o andar de cima, onde ficava o meu quarto. Não levava nenhuma acompanhante para o meu quarto, era meu espaço, minha privacidade. Não queria ninguém invadindo isso. Tomei um banho tirando todo vestígios daquele momento do meu corpo, vesti outro moletom e sim, essa noite eu não iria precisar do calmante e do whisky, eu estava exausto e queria apagar e assim aconteceu.






