-Já volto. Se despede alegremente. Sai o que digamos, meio saltitante. Espero que feche a porta e aí sim ponho as mãos a mesa, cruzando os dedos posteriormente.
Nessa altura Gabriela já tinha saído. Só restava nós.
-Uma filha?
-Iara eu posso te explicar.
Arqueio a palma da mão direita.
-Não tem como explicar. Falo dando de ombro. -É um filho Joaquim, isso é algo inexplicável, mais do que um elefante no meio da sala. Não podia ter escondido isso de mim.
-Eu iria te contar. Faltava tão pouco.
-Qu