Maitê Moreli
Enquanto o carro deixava a propriedade, meu olhar se voltou, instintivamente, para a garagem. Foi então que o vi. Hunter. Beijando aquela ruiva falsa, como se nada importasse. Um beijo seco, sem emoção. Mas suficiente para expor o canalha que ele realmente era.
Ao invés de sentir alívio por estar longe de mais um homem desprezível, fui tomada por uma tristeza sufocante. Me senti a pessoa mais miserável do mundo. Era como se tivesse deixado para trás... meu próprio marido. Me culpe