Acordei sozinha.
Levei um segundo para registrar isso, deitada na cama de palha que Gael havia arrumado para mim num canto da cabana na noite anterior, longe o suficiente do dele para ser apropriado e perto o suficiente para ser, eu suspeitava, proposital. A luz que entrava pela fresta da porta era de manhã cedo, ainda baixa, com aquela cor amarelada que o sol tem antes de decidir que vai ficar quente.
Não ouvi nada. Nenhum som de respiração do outro lado da cabana, nenhuma bota arrastando na m