POV: SORAYA
— Samael... — rosnei baixinho, o som saindo rouco e entrecortado enquanto a língua dele deslizava devagar pela borda do meu decote, lambendo o vinho suave que ele mesmo tinha derramado ali de propósito.
Cada movimento era lento, deliberado, quente e úmido contra a minha pele, me fazendo arrepiar dos pés à cabeça. Eu sentia o gosto residual do vinho na boca dele quando ele sugava de leve, como se estivesse me provando junto com a bebida, e aquilo me deixava completamente tonta, o cor