Me aproximei da mesa com calma, sentindo o olhar de Maximilian ainda grudado em mim. Ele apertava os copos de café nas mãos, os dedos levemente tensos.
Quando parei diante dele, ele pigarreou e engoliu em seco, desviando o olhar por um segundo antes de me encarar novamente.
— Esse... esse café é para você. — Ele estendeu um dos copos, e eu olhei de relance para o líquido quente antes de erguer uma sobrancelha.
— Sério? — Cruzei os braços, fingindo surpresa. — Porque, por um segundo, achei que es