Dois cadáveres na minha frente. O odor de podridão que invade minhas narinas, meu corpo, minha mente e me consumia. O pouco reflexo que tenho da escuridão daquela sala úmida está embaçado pelas minhas lágrimas. Lágrimas? Do que eu estou chorando? Pela morte de alguém? A morte do meu tio? Que tio? A culpa é minha pela morte dessas pessoas. Por que estou me culpando? O que fiz de errado? Alguém falou para mim qual foi meu erro. Lembrei, lembrei! Foi um homem que me culpou por tudo, ele tentou me