Isabela também não dormia, apenas estava deitada na cama.
Quando Jorge entrou, ela o viu pela janela.
Ela olhou para ele.
Jorge estava parado ao lado da cama, também olhando para ela:
— Eles não me expulsaram, nem me xingaram.
Isabela perguntou:
— Você gostaria de ser xingado?
Sua voz estava muito baixa, quase como um fio, tão frágil que parecia que qualquer esforço maior poderia fazê-la se quebrar.
Jorge respondeu suavemente.
Se alguém o xingasse, dizendo que ele não valia nada, que não consegu