Ela se assustou por um instante.
— Quem é?
— Sou eu.
Era a voz do Jorge. Ela suspirou aliviada.
Parecia que quando a gente estava pelada, a sensação de segurança sumia completamente.
— Já terminou de comer tão rápido?
Jorge tinha acabado de acordar e, como não estava com muita fome, só tomou uma tigela de sopa.
Por isso subiu tão rápido.
— Sim. O que você está fazendo? O médico falou que seu ferimento não pode molhar.
— Eu estou cuidando. — Respondeu Isabela.
Jorge franziu a testa e perguntou:
—