Sandro cerrou os punhos com tanta força que seus nós dos dedos ficaram brancos. O vazio e a saudade o dilaceravam por dentro. Sentia que estava prestes a enlouquecer.
Isabela, Isabela... Repetia esse nome sem parar, a voz carregada primeiro de anseio, depois de amargura.
Não era ela quem dizia amá-lo tanto? Por que tinha ido embora daquele jeito, sem olhar para trás? Como ela podia ser tão cruel? Nem mesmo quando o viu machucado, com o braço engessado, demonstrou qualquer sinal de preocupação.