CLAIRE
O sol da manhã entrava pela janela do hospital, tingindo o quarto de Lucas com tons suaves de dourado. Era uma manhã calma, mas dentro de mim, uma tempestade se agitava. Lucas ainda não se lembrava de nós, mas o dia anterior havia acendido uma centelha de esperança. Ele começava a se abrir, a aceitar que talvez existisse algo importante a recuperar, mesmo que as lembranças continuassem enterradas em algum canto inacessível de sua mente.
Gabriel estava ao meu lado, segurando a mão de Max,