— Namorada? Como você é sonso!
Sem dar a mínima importância aos meus protestos, ele seguiu, parando somente ao chegarmos à orla. Desceu da moto, segurou minha mão para me ajudar a fazer o mesmo, porém, irritada, rejeitei, o fazendo sozinha.
— O que você quer? Já que me trouxe aqui feito um homem das cavernas, é bom que comece logo a falar.
— O que você tem na cabeça para fazer aquela porcaria de leilão? — com a voz elevada, ele falou.
— Você não tem nada a ver com a minha vida, com o que faço o