Sophie Bailey
Ele não se moveu. Eu também não.
— Sophie? — A voz dele era um sussurro rouco, quase incrédulo.
— Max! — Respondi, sentindo as lágrimas subirem aos meus olhos, não de tristeza, mas de uma saudade súbita e avassaladora.
Ele deu um passo e, no instante seguinte, estávamos nos braços um do outro. O abraço era firme, desesperado, familiar. O cheiro dele, a textura do seu cabelo, tudo me levava de volta aos nossos anos de namoro, aos beijos no parque, às promessas de futuro que não cu