A última, esperava.
— Boa noite, Emma.
Ela ouviu os passos se afastarem.
Só então abriu os olhos de verdade.
Olivia colocou a faca sobre a mesa e se aproximou.
— Você foi muito forte.
Emma virou-se.
As lágrimas caíram silenciosas.
— Não me sinto forte.
Olivia a abraçou.
— Eu sei.
Emma ficou nos braços da amiga, chorando baixo, enquanto do lado de fora Alexander Blackwood saía do prédio sem conseguir consertar nada com presença, dinheiro ou arrependimento.
No carro, Alexander não disse uma palav