Olho tudo e não vejo o carro do homem de meu pai.
Ozan coloca o telefone de volta e me olha, um brilho travesso em seus olhos.
— Onde paramos mesmo? — Ele pergunta, com um sorriso que me derrete.
Eu sorrio também, abraçando-o forte, mas ele me afasta suavemente, segurando meu rosto com as mãos. Então me beija novamente, um beijo suave, gostoso, mas cheio de promessas.
A fome que sinto por ele cresce, e tomo sua boca com uma paixão avassaladora, aprofundando o beijo. Ozan responde com a mesma intensidade, e meu corpo pega fogo. Eu estou no meu