Ozan tem me mandado flores todos os dias. Os bilhetes que acompanham os buquês vêm com frases apaixonadas, cada palavra tentando me convencer de que o amor dele por mim é real. Confesso que leio os bilhetes, mas depois os jogo fora junto com as flores.
Cada uma dessas mensagens me atravessa como uma faca. Ainda assim, não consigo evitar entortar os lábios num gesto amargo ao lembrar os dizeres:“Sofia, eu te amo. Quando me casei com você, não me senti forçado a nada.”“Sofia, você é a mulher da m