ELENA SOFIA BIANCHI
Ele permaneceu em silêncio, os dedos ainda apoiados na pia, e vi um músculo se contrair na lateral da mandíbula. Quando respondeu, a voz era vaga o suficiente para me assustar.
— Mas nada de novo. Volte para o seu quarto, Elena. O jantar será servido em breve. Pode ficar lá, peço para te chamarem quando estiver pronto.
Tentei respirar profundamente. Tentei manter a postura. Tentei lembrar que aquele era o homem que me matou diante de mim sem hesitar, o mesmo que poderia me