Hazel
O som de uma porta se fechando me faz abrir uma brecha de olhos e mesmo com a minha visão um pouco desfoca reconheço bem o lugar onde estou. Assustada, me sento no meio do colchão e fito cada móvel, cada quadro na parede, as janelas e tudo mais. Ainda amedrontada, saio cautelosa da cama e ando pelo cômodo a procura de algo que me diga que isso é verdade. Por tanto, aproximo-me da janela e fito o lado de fora, sentindo uma lágrima de espera escorrer pelo meu rosto.
A floresta está lá, as