A manhã na fazenda nasceu sob uma névoa densa, que parecia abafar os sons da construção e os gritos distantes dos pássaros. Para Louise, cada batida do relógio de parede no grande salão era como um martelo batendo em sua consciência. Ela segurava a carta de Saimon escondida sob as vestes, sentindo o papel queimar contra sua pele.
Parte I: A Fragilidade da Mentira
O café da manhã foi servido em um silêncio tenso. Thomas estava sentado na cabeceira, os olhos fixos na entrada do salão, esperando q