Elarim entrou. Ela carregava um pequeno copo de cerâmica entre as mãos.
— O remédio — disse, aproximando-se. — Está na hora.
Alarë não se moveu de imediato. Apenas desviou o olhar da janela para a prima, como se demorasse um pouco a retornar ao presente.
— Parece ser tão tarde... — murmurou, mais para si do que para ela.
Elarim seguiu seu olhar até o céu.
— O inverno escurece tudo mais cedo — respondeu. — Não deve ser tão tarde assim.
Houve um breve silêncio.
Alarë finalmente se a